Nossa Imprensa Vergonhosa.
Por: Alex Medeiros
A imprensa brasileira é comandada por famílias que estão no poder desde 1990 são elas: Abravanel (SBT), Bloch (Manchete), Civita (Abril), Frias (Folha de São Paulo), Levy (Gazeta Mercantil), Mesquita (O Estado de São Paulo), Nascimento Brito (Jornal do Brasil), Saad (Bandeirantes) e Sirotsky (Rede Brasil). Por serem empresas elas obedecem à lógica do mercado visando em primeiro plano o lucro. A notícia perdeu sua verdadeira essência e seu valor de informação para simplesmente virar um produto descontextualizado, manipulador e tendencioso. Essas empresas, não querem ou não estão interessadas em discutir os problemas da sociedade. As transnacionais como os jornais dizem, não querem saber se o povo passa fome, não querem saber das filas nos hospitais por falta de atendimento médico ou falecimentos por falta de remédios nos postos de saúde, o caos do transporte, elas não querem discutir uma política digna para a construção de um país democrático, porque se fizessem, perderiam sua soberania e seus lucros iriam despencar. Enquanto essas famílias estiverem por de trás das empresas de comunicação, o país nunca terá um jornalismo verdadeiro voltado para o social e para a formação de seres humanos e não meros consumidores.
Por: Alex Medeiros
A imprensa brasileira é comandada por famílias que estão no poder desde 1990 são elas: Abravanel (SBT), Bloch (Manchete), Civita (Abril), Frias (Folha de São Paulo), Levy (Gazeta Mercantil), Mesquita (O Estado de São Paulo), Nascimento Brito (Jornal do Brasil), Saad (Bandeirantes) e Sirotsky (Rede Brasil). Por serem empresas elas obedecem à lógica do mercado visando em primeiro plano o lucro. A notícia perdeu sua verdadeira essência e seu valor de informação para simplesmente virar um produto descontextualizado, manipulador e tendencioso. Essas empresas, não querem ou não estão interessadas em discutir os problemas da sociedade. As transnacionais como os jornais dizem, não querem saber se o povo passa fome, não querem saber das filas nos hospitais por falta de atendimento médico ou falecimentos por falta de remédios nos postos de saúde, o caos do transporte, elas não querem discutir uma política digna para a construção de um país democrático, porque se fizessem, perderiam sua soberania e seus lucros iriam despencar. Enquanto essas famílias estiverem por de trás das empresas de comunicação, o país nunca terá um jornalismo verdadeiro voltado para o social e para a formação de seres humanos e não meros consumidores.
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